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Voltando a contar boas experiências do Maranhão O jeito de dançar agarradinho o qual tinha dito no post anterior talvez explica o porque o som que mais escutam por lá seja arrastadissimo, rooooots mesmo, talvez o mais lento que ja ouvi, provenientes de bandas locais e outras vindo da Jamaica mesmo, mas também muito pouco conhecido pelo Sul e Sudeste. Muitas musicas conhecidas lá, acabaram ganhando o titulo de Melô. Por exemplo Melô da Cinderela, melô do Superman e outros outros nomes. Isso porque em determinada parte da letra cantanda em Inglês lembra a palavra em português. Nessa hora todos cantam meio que parodiando a música. É muito raro ouvir outras vertentes do reggae como Dub, Dancehall e Ragga.
Pra completar a ilha do amor tem ainda dois outros lugares considerados por todos como um dos melhores e ainda mais elitizados clubes que é o Trapiche Reggae Bar e o Chama Maré, que são os locais que semanalmente rolam os shows ao vivo de Reggae, ambos localizados na Ponta d’areia, na península da Ilha, todos bombadíssimos, muita gente bonita presente. Principalmente aos domingos, desde as 5 da tarde.

São tantas opções que não dava pra ver tudo. Ainda passei de dia enquanto estavam fechados pelo elogiado Bar do Nelson na praia da Litorânea e Tunel do Tempo um bar todo estilizado nas cores rasta e com o rosto do Bob Marley imenso pintado na fachada.E pra quem acha que o rolé skate não rolou, ainda deu pra dar um pulo na Praça Gonçalves dias, logo sai um vídeo sobre esse famoso spot no QIX TV.

Pra finalizar digo que ir á São Luis é uma vajem que vale muito a pena, principalmente por tudo isso que já disse e pra quem gosta de curtir uma boa praia, o calor, comendo um peixinho ou caranguejo na areia. E se você já estiver por lá vai ser um pulo conhecer os Lençois Maranhenses que pra mim é com certeza um dos lugares mais bonitos do Brasil, (e olha que não foram poucos que visitei) é praticamente um deserto brasileiro gigantesco, só que com piscinas naturais de água doce, formada pelas chuvas, um verdadeiro oásis. Desculpe o meu bairrismo com meu país, mas vejo muitos brasileiros que conheceram muitos países pelo mundo a fora, e muita das vezes não conhece, nem valoriza as belezas naturais desse nosso Brasilzão que é lindo e tem uma história cultural fantástica.



Eai galera ligadona na Qix, espero que 2012 tenha começado de um jeito especial pra todos vocês, assim como começou pra mim. Semana passada foi aquela vibe total aqui em “VR city”, minha área, esteve no Brasil diretamente do Long Beach California o raper Juliunique, um novo nome que surge do Hip Hop americano e que já gravou com grandes nomes como Snoop Dog e Mos Def. Fui convidado pelos meus amigos Picolé e Picolezão da loja Roots Boards e Dalton da Griffo Produções a me juntar a ele, mostrar um pouco da cidade, da cena do skate e também participar com algumas manobras e imagens pro seu Clip especial sobre a viajem ao Brasil. Ele que além de raper, também é dono de uma agencia que aluga Limousines pra passeios na sua cidade, ou seja, ele nem precisa alugar uma pra ficar tirando onda nos seus clips, ele tem várias hahah Entre muitas gravações e compromissos no Rio de Janeiro ele visitou pontos turísticos, algumas favelas, estudios e ainda subiu o morro do Pavão Pavãozinho pra gravar no estúdio do Don Capuccino. Ele que esta sempre com seu inseparável MacBook Pro que em tempos antigos seria o seu “Ghettoblast” haha tocando suas musicas e de amigos e ainda mostrando seus clips pra todos. Ele tocou em algumas baladas no Rio e em Volta redonda marcou presença na noite das boates Black Jack Pub e Pulse. Estive nas duas festas e foram especialmente bombadas, ainda ajudei a filmar algumas cenas pro seu clip. A galera pirou com a energia do cara, ele descia do palco e cantava no meio da galera dançando, pulando e abraçando a todos. Foi muito legal a experiência e as festas, deu pra arranhar e lembrar algumas palavras em inglês (talvez até tomar vergonha e ir aprender de vez) o cara é muito sang bom, sempre sorrindo de bem com a vida e curtindo todos os momentos da viajem e já me convidou pra ficar na sua casa na Califa. Era disso, paz a todos!
http://www.youtube.com/watch?v=K6V298jVRYA



Antes de mais nada pessoal, esse mês de novembro foi muito corrido e ao mesmo tempo bastante especial pra mim. Desde o SWU, passando por Niteroi-RJ pra produzir o My Square e de lá ja emendando diretamente para São Luis do Maranhão. O qual eu compartilho com vocês o que de melhor oferece a nossa capital brasileira do Reggae e otras cositas mas, é claro. O casamento do primo é importante pra estar num momento tão especial e visitar a família que mora um pouco distante. E pra ir alem, é estar num local aonde esta um pouco das minhas raízes, principalmente porque minha mãe é de lá e tenho um carinho enorme por aquele lugar e pelas pessoas que ali vivem. Falando em raizes é ainda uma nova oportunidade pra conhecer a cena do reggae que como muitos já sabem é grandiosa.

A cidade é um convite ao passado com seus belos casarões tombados no centro histórico chamado como Praia Grande e também conhecido como “Reviver”, após uma não muito recente restauração de grande parte das construções. É por lá que rolam a maior parte das manifestações culturais locais como o “Bumba meu boi”, Tambor de Crioula, Capoeira, os belos azulejos portugueses que virou marca registrada da cidade, além dos bares, artesanatos, museus, teatros, igrejas e logicamente as casas de reggae. Só no reviver são três lugares que visitei: O espaço cultural Catarina Mina é o mais popular de todos, apenas dois reais pra entrar e curtir todas as pedras mais roots, lançadas pelos DJ a noite toda.

Logo adiante você encontra o Roots Lanches que é uma lanchonete normal com uma éspecie de um mini-sound system na porta tocando som de jah bem alto, este e pra aqueles que não querem perder a vibe nem na hora da larica. Mais acima tem o Roots Bar (quanto criatividade né hehe) um espaço maior e mais organizado paga-se de 10 a 15 reais pra entrar,lá é possivel ouvir o que os maranhenses chamam de radiolas, potentes paredes de som comandada pelos DJ que com certeza é totalmente inspirada nos Sound Systems que eram colocados nas ruas dos jamaicanos s guetos nos anos 50.

Uma das coisas mais engraçadas é que em São Luis é normal se dançar o reggae agarradinho, é um jeito mais “chameguento” deles curtirem o som, mexendo a cintura e com rostinho colado, é bem diferente do Sudeste e Sul.
Fiquem ligados que semana que vem continuo mostrando os melhores lugares pra curtir o reggae por lá e mais curiosidades e experiências de São Luís, a Jamaica Brasileira. Era disso, Paz a todos!


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(Fonte: qix.com.br)